ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
Classificação: / 9
Escrito por JORNAL DA EDUCAÇÃO   
25-Jan-2017


Atenção senhores pais e mães‼ 

Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:

01- Bom dia
02- Boa Tarde
03- Por favor
04- Com licença
05- Desculpe
06- Muito obrigado

E em casa que também se aprende:

01- A ser honesto
02- Ser pontual
03- Não xingar
04- Ser solidário
05- Respeitar aos amigos
06- Respeitar aos mais velhos
 *07 -RESPEITAR OS PROFESSORES PRINCIPALMENTE!!*

Também em casa é que se aprende:

01- A não falar de boca cheia
02- A ser limpo
03- A não jogar lixo no chão

Ainda em casa é que se aprende:

01- A ser organizado
02- Cuidar das suas coisas
03- E não mexer nas coisas dos outros

 *PORQUE NA ESCOLA OS PROFESSORES ENSINAM:*

✔ MATEMÁTICA
✔ PORTUGUÊS
✔ HISTÓRIA
✔ GEOGRAFIA
✔ INGLÊS
✔ CIÊNCIAS
✔ EDUCAÇÃO FÍSICA
💥 *E REFORÇAM O QUE O ALUNO APRENDEU EM CASA!!!*

♡ *_Uma campanha contra a inversão de valores e a favor de um mundo melhor!!!_* ♡

 
“Enquanto o sono não vem”- MEC recolhe 93 mil livros do PNLD-Pnaic (JE302)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
03-Jul-2017
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História conta história de casamento entre pai e filha
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Incesto e crença religiosa
 A nota técnica da UFMG não menciona a estrofe em que a menina dá a mão esquerda ao pai.
A nota técnica da UFMG não menciona a estrofe em que a menina dá a mão esquerda ao pai.

 
MEC recolhe das escolas os exemplares do livro ‘Enquanto o sono não vem’ distribuídos pelo PNLD/Pnaic.  
Livros serão redistribuídos para bibliotecas públicas. 

Com base em parecer técnico da Secretaria de Educação Básica (SEB), o ministro da Educação, Mendonça Filho, decidiu recolher os 93 mil exemplares do livro Enquanto o sono não vem distribuídos pelo Programa de Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) para alunos de primeiro, segundo e terceiro anos do ensino fundamental das escolas públicas. 
O parecer técnico considera a obra não adequada para as crianças de sete a oito anos do ensino fundamental, pela abordagem do tema incesto. 
Um dos contos,  “A triste história de Eredegalda” trata do desejo de um rei em casar com a mais bonita de suas três filhas e transformar a mãe da menina em sua criada. Diante da negativa, a menina é castigada e  mantida em cativeiro. O rei ameaça matar quem desse um único copo d’água à menina que morre de sede. E acaba transformando-se em um anjo porque teria morrido virgem.
 
INADEQUADO
 
Em novembro de 2014, o livro foi selecionado para compor o acervo do processo PNLD/Pnaic. A obra foi avaliada e aprovada por uma equipe composta por doutores e mestres especialistas do Centro de Alfabetização,  Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais- UFMG. 
A instituição é considerada de notório saber e referência nas áreas de alfabetização e literatura no país. A partir dos questionamentos feitos por professores e pais de alunos em todo o país, o MEC solicitou  parecer técnico da SEB e da Consultoria Jurídica.
  A Secretaria de Educação Básica do MEC concluiu pela inadequação da obra à faixa etária a que se destinou o livro, recomendando o recolhimento e a redistribuição para bibliotecas de todo o Brasil. 
“As crianças no ciclo de alfabetização, por serem leitores em formação e com vivências limitadas, ainda não adquiriram autonomia, maturidade e senso crítico para problematizar determinados temas com alta densidade, como é o caso da história em questão”, afirma o parecer. 
A partir do redesenho do programa Pnaic em Ação 2016, o MEC adquiriu 19 milhões de livros desses seis acervos, com base nos pareceres do Ceale.
Do total de 19 milhões de obras, 93 mil unidades foram do livro Enquanto o sono não vem, de José Mauro Brant. 
 
UFMG DEFENDEU SELEÇÃO EM NOTA  TÉCNICA
 
Em nota técnica composta por 13 itens, publicada no dia 1 de junho de 2017, a Universidade defende a avaliação e a permanência do livro nas escolas. 
A alegação principal é a de que a leitura dos pais e professores é equivocada, pois temas como estupro, pedofilia, fratricídios, violência, alcoolismo, sequestro e o incesto são recorrentes em livros infantis e que, “estão tematicamente presentes até na Bíblia”. 
No item de número seis, a nota discorre especificamente sobre o conto em questão faz análise de aspectos linguísticos que seriam importantes ser apresentados aos alunos em fase de alfabetização, como, por exemplo, a função condicional exercida pela conjunção subordinativa “se”, na fala do pai: “Se quiseres casar comigo, / serás minha esposa”. 
Mais adiante, a análise dos tempos verbais usados pelo autor, estariam negando a possibilidade de realização do pretenso incesto, na análise da UFMG. 
“Ao tentar amenizar seu castigo, solicitando água a seu pai, ele, novamente, reconhece a negativa ao seu desejo (‘Não te dou um copo d’água, / pois tu não quiseste ser minha.’). O tempo verbal utilizado, pretérito perfeito, confirma, mais uma vez, a não ocorrência do incesto, ao dar por concluída a negação acontecida no passado”. 
Entretanto, a análise não contemplou o verso em que a menina dá a mão esquerda ao pai (mão da aliança de casamento).
Na sequência da nota são registrados outros aspectos que justificariam a continuidade do livro no PNLD/Pnaic, mas que podem ser mais um indicativo de que são os professores que atuam nas salas de aulas, os únicos profissionais efetivamente gabaritados para selecionar os livros didáticos e paradidáticos que devem ou não ser usados em suas aulas.  
 
 ALERTA  da Editora do JE: 
A história não versa apenas sobre incesto, mas também da crença cristã de que a mulher que morre virgem torna-se santa (ou anjo). No trecho indicado acima, a menina dá a mão esquerda ao pai (mão da aliança de casamento). 
A estrofe seguinte, foge da narrativa linear da história. Restando ao leitor criar uma versão livre para a origem dos três pretendentes que trariam água para a moça, mas que a encontram morta, ladeada por anjos e por jesus (crença cristã). 
A polêmica sugere que o assunto deve ser amplamente discutido pelos professores que utilizam os livros do Programa Nacional do Livro Didático, considerando especialmente a sua responsabilidade com a formação de seus alunos. 
Afinal, o professor ou professora é o único profissional  realmente capacitado a analisar o livro a ser usado com seus alunos. 
A análise até agora está ao encargo de doutores e mestres fechados em gabinetes de universidades, sob a tutela das editoras que faturam milhões com toda qualidade de livro vendidos ao MEC. É hora de passar também este programa a limpo no Brasil.  
Sugerimos a leitura da íntegra do parecer técnico: ceale.fae.ufmg.br/pages/view/selecao-do-livro-enquanto-o-sono-nao-vem.html  
 
Há vagas abertas em CEIs de quase todos os bairros de Joinville (JE302)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
03-Jul-2017
Meta 1 (PNE) - Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE. 
 
Meta 1 (PNE) - Universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de quatro a cinco anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até três anos até o final da vigência deste PNE. 



À frente da Secretaria de Educação desde 2013, Roque Antônio Mattei, estabeleceu de início a meta de dobrar o número de vagas na educação infantil ofertada pela Rede. Em 2014, implementou  a política de compra de vagas em CEIs privados e, no ano seguinte, já estava cumprindo a Meta nº1 do PNE, universalizar o atendimento às crianças de 4 e 5 anos. 
Sua gestão está alicerçada no tripé: melhorar, construir, comprar e administrar com transparência as 21.307 vagas ofertadas (23/06). 
“Quando assumi, a rede oferecida um total de 10300 vagas. Pelo Censo Escolar observamos a demanda reprimida e planejamos ações para curto, médio e longo prazo. Nada pode ser feito sem planejamento, porque a educação é a base de tudo. Uma criança que hoje está com 5 anos, quando estiver com 40 anos, estará administrando nossa cidade, nosso estado e o país. Então não podemos dar nada menos do que educação de muita qualidade para todas as crianças”, registra Roque.
 

Compra de vagas
A modalidade de compra de vagas em CEIs privados, no ano seguinte, possibilitou  universalizar o atendimento a todas as crianças de 4 e 5 anos. Por ter optado cumprir a lei LDB em sua versão literal, ofertando vagas de 800 horas anuais em 200 dias letivos, as crianças (½ período) de 4 e 5 anos, a Secretária passou a responder a  ações judiciais, principalmente para ampliar o período de atendimento. 
Atualmente, são 83 casos em tramitação, informou  Dafne Schroeder , coordenadora da Secretaria de Educação. A grande maioria reivindica ampliação do período de atendimento para tempo integral, e muitos, já atendidos pelo processo de oferta de vagas realizado regularmente on line.
 
Inscrição é o ano todo
A plataforma criada logo no início da gestão permanece aberta durante todo o ano letivo. Nela os pais podem efetuar a pré-matrícula e escolher a vaga de seu interesse. 
A ordem de atendimento oscila de acordo com a demanda obedecendo aos critérios e prioridade estabelecidas por lei. 
Deste modo, a qualquer tempo, os pais podem ter sua demanda atendida. Em meados de junho, a secretaria computava um total de 5800 crianças de até 3 anos aguardando vaga para ingressar nos CEIS de Joinville e cerca de 500 vagas em aberto, mesmo após a secretaria contatar por telefone as famílias cadastradas, mas que não tinham interesse nas vagas disponíveis. 
Grande parte dos pais está à espera de vaga em alguma unidade específica. A maior procura por vagas é nos bairros Paranaguamirim, Aventureiro e Jardim Paraíso.  
“Quanto à obrigação do município em ofertar vagas em “período integral” na educação infantil, ressaltamos que o arcabouço legal que embasa a educação brasileira (Constituição – art. 208, Lei de Diretrizes e Bases da Educação – art. 4º, Estatuto da Criança e do Adolescente – art. 54 e o Plano Nacional de Educação - Art. 2º e Meta 1 do Anexo) deixa explícito a obrigação do poder público em ofertar o acesso à educação infantil, mas NÃO determina sua oferta em período integral”,  explicou  a professora Dafne. 

 
Números mudam diariamente

A secretaria oferece  21.307 vagas na educação infantil. São  18.204 na  rede pública  e  3.103 na  rede credenciada. No entanto, somente 19.564 destas vagas estão ocupadas (17.035 na rede pública e 2529 na rede credenciada). 
As demais estão ofertadas na plataforma on line. Os números mudam diariamente.  Os CEIs conveniados também são assessorados e acompanhados pela equipe da SE durante todo o ano letivo. 
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