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ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
JORNAL DA EDUCAÇÃO - 25-Jan-2017
Atenção senhores pais e mães‼ Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:✅01- Bom dia✅02- Boa Tarde✅03- Por...
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
CURSOS SUPERIORES GRATUITOS COM SELEÇÃO PELO HISTÓRICO ESCOLAR Quatro cursos de nível superior do IFC Araquari (e demais unidades de SC) estão com vagas abertas para cadastro de reserva, com sele...
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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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Compusoftware promove série de webcasts gratuitos ao longo do ano - exclusivo internet
Jornal da Educacao - 13-Jul-2015
A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa da Globalweb Corp, um dos maiores conglomerados brasileiros de Tecnologia da Informação (TI), promeve, ao longo do ano, uma série de webcasts mensais...
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Planejamento escolar = sucesso nos estudos
MARIA GORETI GOMES - 05-Fev-2015
Cerca de 60 mil alunos começam nesta quinta-feira o ano letivo de 2015 nas escolas municipais de Joinville. Eles vão ocupar as salas de 83 escolas do ensino fundamental e de 61 dos centros de educaçã...

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A gente tem sede de justiça e honestidade! (JE 285)
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Escrito por Maria Goreti Gomes   
25-Fev-2015
Há anos ouvimos que o brasileiro não poderia perder a capacidade de indignar-se. Acredita-se que diante de tanta corrupção, roubo do dinheiro público, violência e injustiça que crescem diariamente é impossível continuar parado. Os acontecimentos do início de ano, deixam dúvidas, se o brasileiro teria perdido ou não a capacidade de reação especialmente contra os desmandos do governo federal. 
As eleições de 2014 mostraram que o governo federal conseguiu levar o brasileiro a acreditar nos números manipulados das estatísticas governamentais. No exterior, os números apresentados pelo governo brasileiro já estão desacreditados há muito tempo. Mesmo levantamentos feitos pelo IBGE tiveram os dados alterados ou não divulgados, antes das eleições.
Passadas as eleições, mantido o poder por mais quatro anos, dezenas de funcionários exonerados a pedido por não poderem fazer o seu trabalho corretamente, o brasileiro passou a conhecer, em parte, os dados da realidade do seu país. 
O resultado das eleições mostrou que a capacidade de analisar a conjuntura e estratégias políticas está diminuída nos brasileiros. Este já é um dos resultados do  baixo nível do ensino, que diz estar preparando para a vida. 
Alguém está preparado para pagar mais de 80% na conta de energia elétrica e 15% no litro de combustível? Ou para conviver com um desemprego que subiu de 6 para cerca de 20% em menos um trimestre?
Os partidos de oposição sucumbiram às estratégias de marketing dos atuais detentores do poder e, assim como os brasileiros, aguardam atônitos pela divulgação, amplamente negociada e adiada, dos nomes dos políticos envolvidos na roubalheira do principal patrimônio material do cidadão brasileiro, a Petrobras. 
Até o momento, o brasileiro conseguiu somente iniciar o pagamento de parcelas da dívida de sua maior empresa. Contraída por ter admitido corruptos e corruptores como gestores político-administrativos, a dívida agora está imbutida no preço dos combustíveis e da energia elétrica.  Esta última aumentou mais de 50% por conta da geração por termoelétricas, porque não choveu nos lugares certos. 
Ao contrário do desemprego, que chegou exatamente nos pontos em que a Petrobras deixou de atuar por causa da crise. 
Assim, o brasileiro atônito e sentindo-se impotente, descobriu que está pagando mais pelo combustível e, muito rapidamente pagará mais pelo alimento, pelo transporte, pela moradia e por tudo mais que comprar, pois a economia brasileira é movida sobre quatro rodas. 
O projeto real de “governo=poder” implantado pelo PT e seus aliados no Brasil incluiu modificações inclusive na lei de responsabilidade fiscal proposta e promulgada por eles mesmos.  
Ou vejamos, quando um cidadão gasta acima de sua condição de pagamento, a primeira providência é planejar suas próximas compras e negociar o cronograma de pagamentos da dívida. E se o credor for o governo, não tem negociação. O cidadão terá de apertar o cinto e voltar a viver dentro de seus padrões, administrando o próprio dinheiro e planejando o futuro.
Quando um gestor ou gestora do dinheiro público, eleito ou indicado, gasta acima do orçado, deposita parte do dinheiro público em  contas privadas ou perde o controle sobre o paradeiro do dinheiro público que estava sob sua guarda,  o Executivo manda uma “mensagem” ao Legislativo para mudar a lei. E, imediatamente, passa a executar ações que levarão o cidadão, aquele mesmo que já está apertando o cinto, a enviar mais dinheiro aos cofres públicos. 
Ao mesmo tempo, o administrador da esfera pública passa a “construir a agenda positiva” e a dar desculpas, na tentativa de explicar sua incompetência administrativa. A corrupção, o erro, o roubo, tudo seria culpa dos outros que começaram. O fato dele ter continuado, ampliado, se beneficiado e jamais investigado mesmo estando no poder, não deve ser considerado.
Chegamos ao ponto que não somente a corrupção, mas também  a manipulação de dados e as desculpas esfarrapadas estarem institucionalizadas. “Fizemos aquilo que os outros também fizeram. Definitivamente o impossível parece estar acontecendo. A que ponto chegamos? Ter que  concordar com Paulo Maluf  é imperdoável. O político paulista disse em entrevista há mais de uma década, que o PT está fazendo no governo tudo aquilo que acusava os governos da época em que era oposição, fazerem. 
Nestes momentos de crises surgem os“especialistas” a dizer o que deveria ter sido feito, e apontando os pseudo culpados. Invariavelmente, estes “especialistas” se unem às autoridades responsáveis pela crise para atribuir a culpa à vítima: o cidadão.  
O jogo de empura é tão absurdo que se falta água e energia elétrica é porque o povo desperdiça. Nunca é da falta de planejamento dos governos e das centenas de funcionários públicos pagos para planejar e executar os serviços públicos. O país não diversificou sua matriz energética e colocou sua economia sobre quatro rodas, mas a culpa pela crise de abastecimento é dos caminhoneiros. Se tem rombo na previdência, é porque o trabalhador se aposentou cedo demais.    
O rombo no caixa da Petrobras, equivalente ao orçamento anual do Sistema Único de Saúde(SUS) cerca de US$188 bilhões, é culpa dos trabalhadores das empreiteiras, que pagaram propina para ganhar os contratos, e agora estão com salários atrasados e demitindo em massa.
A gasolina sobe, assim como a violência, a péssima qualidade do ensino, a impunidade, as verbas para os parlamentares e seus familiares, a energia elétrica, o IPTU, a parcela patronal do INSS das empresas, as tarifas dos serviços públicos, o preço dos alimentos, do vestuário, dos imóveis,  do transporte .... 
No país em que os ‘peixes ENORMES’ continuam administrando o dinheiro, as empresas e os serviços públicos como se fossem privados (para si e seus aliados) e continuam por mais de uma década impunes, esquecer de alguma de minhas múltiplas obrigações de cidadã brasileira, não diminuirá em nada a sensação de injustiça e impunidade. 
O cidadão brasileiro honesto tem sede de acabar com esse sentimento de impotência e já não aceita ser apontado como culpado pelo caos que está se instalando nesta república que já nem de bananas é mais, tamanha a crise no setor agrícola. 
Nenhuma crise começa como uma explosão de uma bomba, ela vai se instalando vagarosamente em decorrência das politicas públicas que vão sendo implementadas ano após ano. E se nossos atuais governantes tivessem um mínimo de decência, pediriam demissão imediata e em caráter irrevogável. 
Assim como faz qualquer trabalhador honesto, quando vê constatada a sua incapacidade,inabilidade e impossibilidade de vir a ser apto para o cargo para o qual fora contratado. 
 
Planejamento escolar = sucesso nos estudos
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Escrito por MARIA GORETI GOMES   
05-Fev-2015

Escola Municipal Elizabeth Von Dreifuss, em Joinville,  foi reformada para receber os alunos
Escola Municipal Elizabeth Von Dreifuss, em Joinville, foi reformada para receber os alunos

Cerca de 60 mil alunos começam nesta quinta-feira o ano letivo de 2015 nas escolas municipais de Joinville. Eles vão ocupar as salas de 83 escolas do ensino fundamental e de 61 dos centros de educação infantil (mais 54 conveniados) para mais uma jornada pelo conhecimento.  Entre as expectativas, o desejo de “ir bem na escola”. Mas  como conseguir sucesso nos estudos? A definição de um plano individual logo no começo das atividades é um dos caminhos para um período organizado e produtivo, segundo a gerente de desenvolvimento educacional da Editora FTD Viviane Flores. Confira as dicas da especialista:

 Organize seu espaço – não importa se estamos falando de um quarto ou uma escrivaninha, crie um lugar onde todos os seus materiais possam ser encontrados. Centralize anotações, livros e demais pertences lembrando que, por ser este seu espaço de estudos, deve ser também um lugar que propicie esta atividade. Tenha liberdade para deixar o espaço escolhido agradável e iluminado, um ambiente saudável ajuda bastante na concentração para a realização das atividades.

 Estabeleça sua rotina – é importante elaborar um planejamento das atividades diárias considerando o tempo que terá para se dedicar aos estudos fora da escola. Quando este horário se torna sagrado, você limita um período em que outras coisas não serão possíveis. E seja religioso no cumprimento deste planejamento, quanto menos "furar" com seu plano, mais dedicação. O foco neste momento é realizar tudo o que é necessário além das aulas. Lembre-se de que nas tarefas em que o uso da internet é necessário, o cuidado com as distrações deve ser constante. Evite utilizar ferramentas de comunicação, sites de relacionamento não ligados ao que está sendo estudado, etc.

Descubra o seu estilo – muitos assimilam melhor os conceitos ouvindo. Para outros, é necessário escrever tudo o que compreendem. Descubra de que forma fica mais confortável para você. Estudar é algo muito particular e é muito importante respeitar a forma como nos relacionamos com o saber.

Compartilhe – adotar um par ou mesmo um grupo para determinados momentos. Combine com colegas com quem tem afinidade um grupo de apoio que pode se reunir com regularidade. O intuito é esclarecer as dúvidas de todos e, para isso, é importante que todos compartilhem o que sabem, suas habilidades em determinadas matérias e mesmo as dúvidas para, se necessário, buscar auxílio com outras pessoas. Um grupo regular cria o hábito de estudo e pode ser bem interessante para trocar ideias sobre como cada um aprende.

 Explore outras ferramentas – aproveite todos os recursos disponíveis para melhorar seus estudos. Muitas vezes, em sua escola, os murais trazem dicas de estudo, materiais complementares, convites para aulas de reforço e você quase não aproveita as oportunidades. É importante que ferramentas disponibilizadas em seus materiais didáticos, portais e outras oferecidas em sua escola sejam conhecidas e utilizadas até antes das dúvidas surgirem.

 

 
Alunos da Escola Estadual Dr. Tufi Dippe lançam gibi
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Escrito por Jornal da Educacao   
28-Jan-2015

Gibis produzidos pelos alunos da Tufi Dippe
Gibis produzidos pelos alunos da Escola Tufi Dippe
 

  A Escola Estadual Dr. Tufi Dippe, de Joinville, começa o ano letivo de 2015 com uma boa novidade. Os alunos lançarão em março um gibi com histórias em quadrinhos que aprenderam a fazer em aulas da oficina de ensino integral Mais Educação, sediadas no próprio colégio para alunos do ensino fundamental. Foram dois anos de trabalho até a produção da “Tufinautas”, publicação em preto e branco que enche de orgulho todos os envolvidos no projeto.

            Desde 2010, a instituição vem desenvolvendo o Mais Educação, onde os alunos de qualquer escola da rede de ensino estadual ou municipal, podem ficar além do seu período de aula participando de oficinas oferecidas pela Tufi Dippe. Quem participa de uma das aulas, precisa participar de todas.

Em 2013, abriu-se então a oficina de quadrinhos, ministrada pelo professor voluntário Peter Roger, um especialista em mangás japoneses com vasta experiência no assunto.  As aulas de gibis tinham duração de uma hora e aconteciam uma vez por semana. 

            De acordo com a diretora geral da Dr. Tufi Dippe, Emma Cavalheiro, “as aulas do professor Roger complementam o que os alunos aprendem na sala de aula, pois as crianças vão até seu limite” disse. Para ela e para a coordenadora do projeto, Luciana Andréa Kienen, é uma ótima forma de superação para as crianças, pois elas persistem muito para chegar até o fim e terem seus quadrinhos concluídos.

 

 
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