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ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
JORNAL DA EDUCAÇÃO - 25-Jan-2017
Atenção senhores pais e mães‼ Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:✅01- Bom dia✅02- Boa Tarde✅03- Por...
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ENEM: CINCO DICAS PARA A RETA FINAL
Jornal da Educação - 01-Nov-2016
Revisar as anotações do plano de estudos e descansar na véspera da prova são essenciais para obter bom desempenhoEm contagem regressiva para o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), um dos exames mais...
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
CURSOS SUPERIORES GRATUITOS COM SELEÇÃO PELO HISTÓRICO ESCOLAR Quatro cursos de nível superior do IFC Araquari (e demais unidades de SC) estão com vagas abertas para cadastro de reserva, com sele...
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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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TCE publica liminar contra Governo do Estado na contratação dos ACTs Professores terão mais 30 dias
Maria Goreti Gomes - 09-Out-2015
Uma vitória aos professores catarinenses Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) foi concedida nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Contas do Estado, para que eles possam participar dos processos se...

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As preces e a ciência (JE 297)
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Escrito por Fernando Bastos   
15-Set-2015
O ser humano sempre acreditou no poder da oração, uma forma de barganha com os deuses para que estes atendessem a seus pedidos. 
Nossos ancestrais oravam para que a chuva salvasse a lavoura e que parassem as enchentes, as pestes e as doenças; o êxito na caçada e nas guerras; a fertilidade da mulher e a virilidade do homem; a conquista do coração da pessoa amada, a sorte no casamento e uma prole numerosa. Em troca, erguiam altares e sacrificavam as virgens. 
Os céticos acham bobagem rezar, porque ou não existe Deus, ou se existe, ele não está nem aí para os humanos. Ora, onde estaria a justiça de um Deus que ajuda alguém a encontrar as chaves do carro no meio da bagunça, mas ignora as súplicas de milhões de crianças famintas na África subsaariana? O religioso contorna essas questões evitando o confronto ou se apoiando na velha frase “os desígnios de Deus são desconhecidos”. 
Mas, orar funciona? Para os religiosos, sim. Fica a dúvida: Deus cura todos que oram ou seleciona os sortudos? Quando um religioso sai do hospital curado de uma doença grave, é comum ele noticiar que foi “graças a Deus”. 
Talvez ele devesse pensar naqueles pais que, embora tivessem a mesma fé e rezaram com a mesma devoção, não tiveram as orações atendidas, e viram o filho amado sucumbir à morte. O que ele deveria dizer para esses pais tão fervorosos quanto ele? Que ele é um privilegiado e Deus preferiu a ele que ao filho desse casal? 
Interessante que os religiosos só prestam atenção naqueles que são curados, mas esquecem das milhares de pessoas que morrem todos os anos em leitos de hospitais, apesar de terem recorrido igualmente às orações. 
Padres e pastores incentivam os fiéis a orar pela cura dos doentes, mas quando eles sofrem de enxaqueca ou pedra nos rins correm para a farmácia ou hospital. A oração só teria efeito acompanhada da ajuda médica? 
No século dezenove morria-se por causa de uma infecção intestinal ou uma simples gripe. Como a medicina capengava, a fé do enfermo, as missas e as novenas eram inúteis. 
Hoje, graças aos avanços da ciência, muitas vidas têm sido salvas, mesmo diante das mais graves doenças. Onde estava Deus há dois, três séculos atrás, que deixava morrer milhões de fiéis por doenças que hoje a medicina cura com alguns comprimidos?
Há também religiosos que acreditam que as orações podem livrá-los de desastres. É comum vermos sobreviventes de acidentes contarem ao repórter que saíram com vida porque Deus os salvou. 
E quanto aos outros milhares que morrem nas estradas, muitos deles igualmente fervorosos devotos? Parece que atribuir a Deus a cura de uma doença ou o triunfo de ter escapado com vida de um grave acidente é um erro infeliz, pois passa a arrogante mensagem para a família dos mortos que aquele felizardo mereceu o cuidado de Deus, enquanto seus filhos amados pereceram porque Deus não se importou com eles.
A Bíblia diz que quem crê no Senhor, nada de mal lhe acontecerá (Salmo 90,10. Na protestante é o 91,10). Será verdade? Milhões de cristãos rezam diariamente “Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal”. Estão sendo atendidos? Creio que teríamos que perguntar àqueles padres que pecam contra a castidade. 
Na manhã de 1º de novembro de 1755, dia de Todos os Santos, feriado religioso, Lisboa sofreu um dos piores terremotos da história, que matou pelo menos dez mil pessoas, muitas soterradas em igrejas quando oravam para escapar do perigo. 
Em 18 de janeiro de 2009 o teto da Igreja Renascer na cidade de São Paulo, desabou durante o culto, deixando sete mortos e 76 feridos. Todos os anos, centenas de romeiros morrem ou se ferem gravemente nas estradas, a caminho para eventos religiosos, enquanto cantavam alegremente hinos de louvor ao Senhor.
Não quero dizer que a fé em Deus não ajuda. Ajuda, quando ela adquire o sentido de motivação, de ter certeza que obterei êxito no final. Esse tipo de fé, todos podemos ter, independente de ser ou não religioso. 
Todavia, nunca despreze a Medicina. Como disse Carl Sagan, “Se você quiser salvar o seu filho da pólio, você pode rezar ou pode vacinar... Tente a ciência.” 
 
A Doula, seu papel e a regulamentação em SC (JE296)
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Escrito por Alice Cardozo   
21-Jun-2016
Em janeiro de 2016, foi sancionada a lei 16.869, regulamentando a presença das doulas nas maternidades de Santa Catarina. Apesar de sua atuação ter aumentado significativamente nos últimos anos, muitos ainda questionam qual sua real função.
De origem grega, a palavra “doula” significa “mulher que serve”. Apesar de ser um ofício antigo, outrora exercido pelas irmãs, mães, vizinhas ou amigas das gestantes durante a gravidez, parto e pós-parto, é relativamente recente a adoção de uma profissional contratada nesta função.
Com a medicalização do nascimento, nos afastamos da cultura de envolver mulheres no acompanhamento da gestante, mas o crescente e recente empoderamento feminino contribuiu para o fortalecimento do movimento de humanização do nascimento, reinserindo as doulas neste contexto.
Atualmente, o papel da doula é fruto de uma capacitação formal e comprovada através de certificado, sendo que suas principais atividades no período pré, durante e pós-parto são oferecer suporte emocional e auxílio à gestante. Por exemplo, durante o trabalho de parto, a doula está apta a realizar massagens e oferecer outros métodos não farmacológicos para alívio das dores das contrações.
Outra atividade importante da doula é a consultoria para formular o plano de parto, documento que orienta a equipe médica sobre as preferencias da gestante, por exemplo, com relação à analgesia. Sempre que possível, o plano de parto deve ser respeitado pelos profissionais envolvidos.
O acompanhamento da doula durante o trabalho de parto se dará tanto em ambiente hospitalar como no domicilio, quando a família opta pela contratação de uma equipe para acompanhar o parto domiciliar. Será contínuo, do momento em que é acionada, até o nascimento do bebê.
Em virtude disso, é comum que as pessoas confundam a atividade da doula com a atividade da equipe médica. Mas, as doulas não estão habilitadas para atividades clínicas e jamais poderão auferir a pressão de uma parturiente, por exemplo. É falsa, portanto, a impressão que muitos têm de que a doula faz o parto da mulher.
No pós-parto, quando qualificadas para tanto, as doulas podem oferecer a consultoria de amamentação, auxiliando de forma muito eficaz em grande parte dos problemas de pega incorreta do bebê, fazendo com que a mãe sinta-se menos insegura e aumentando as chances de sucesso da amamentação.
A doula é uma profissional envolvida em uma fase muito importante na vida de uma família e estará capacitada para proporcionar segurança e tranquilidade para a gestante que tiver o seu acompanhamento, garantindo à mulher o papel de protagonista do seu parto, cabendo a toda equipe que lhe acompanhar apenas o papel de assistente.

*Alice Cardozo, advogada, cursando especialização em Direito Civil e Processo Civil, defensora dos direitos humanos, mãe de Cecília e Giovana, acompanhada por uma doula no segundo parto.
 
Amamentação e sua previsão legal(JE295)
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Escrito por Yolanda Robert   
04-Jul-2016
Assunto que atualmente está em voga, especialmente nas redes sociais, é a possibilidade da mulher amamentar em público, inclusive foi sistematicamente vinculada falsa notícia no sentido que a mulher que praticasse tal ato poderia ser presa.  
Inicialmente é importante ponderar que o ato de amamentar é um direito da criança que, além de merecer proteção por lei, é recomendado pelo Ministério da Saúde, devendo o recém-nascido ser nutrido com leite materno exclusivamente até os seis meses de idade.  
E, ao contrário da falsa notícia vinculada nas redes sociais, alguns estados, como o Estado de São Paulo, instituiu punição a quaisquer estabelecimentos destinados a atividades comerciais, culturais, recreativas ou à prestação serviço público ou privado que impedirem a mãe de amamentar o filho dentro de suas instalações. Estabelecendo ainda multa que pode ser dobrada no caso de registro da mesma infração dentro do período de dois anos desde a primeira ocorrência.
Ainda mais recentemente, no dia 11 de Maio deste ano, foi publicada a Lei nº 13.287, válida em todo território nacional que alterar a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT estabelecendo que a empregada gestante ou lactante (mulher que amamenta) será afastada, enquanto durar a gestação e a lactação, de quaisquer atividades, operações ou locais insalubres, devendo exercer suas atividades em local salubre.
Tal legislação coloca um fim em discussão trabalhista antiga ocorrida quando o empregador tentava forçar sua empregada gestante ou lactante permanecer em uma atividade que poderia prejudicar o feto ou a amamentação do filho recém-nascido. Agora o empregador se vê obrigado a realocar a funcionário durante todo o período de gestação e posteriormente lactação para uma atividade salubre, ou seja, sem risco. 
Importante lembrar que as mulheres também tem direito de durante a jornada de trabalho, a dois descansos especiais, de meia hora cada destinados à amamentar o próprio filho, até que este complete seis meses de idade, conforme o art. 396 da CLT.  
Muitas vezes a concessão de dois descansos de meia hora cada um, durante a jornada de trabalho, não atende à finalidade da lei, é muito comum, na prática, a própria funcionária solicitar à empresa a junção dos períodos, de forma a permitir um período de afastamento equivalente a uma hora de trabalho, permitindo assim, que a funcionária inicie sua jornada de trabalho uma hora mais tarde ou termine o expediente mais cedo ou, ainda, tenha o intervalo para repouso e alimentação maior. 
A legislação não é clara neste sentido, ficando, portanto, a critério das partes definir a forma que melhor atenda aos interesses tanto da funcionária quanto às necessidades operacionais da empresa. Porém, recomenda-se que a empresa, caso venha a adotar forma diversa da concessão dos descansos especiais para amamentação, elabore documento especificando o critério adotado, o qual deverá ser assinado por ambas às partes e mantido no prontuário da funcionária para eventual apresentação à fiscalização trabalhista.
Resta evidente que em nossa legislação há diversos mecanismos de preservação da saúde da criança, permitindo que a mulher possa livremente amamentar em público ou durante a jornada de trabalho.  
 
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