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ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
JORNAL DA EDUCAÇÃO - 25-Jan-2017
Atenção senhores pais e mães‼ Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:✅01- Bom dia✅02- Boa Tarde✅03- Por...
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
CURSOS SUPERIORES GRATUITOS COM SELEÇÃO PELO HISTÓRICO ESCOLAR Quatro cursos de nível superior do IFC Araquari (e demais unidades de SC) estão com vagas abertas para cadastro de reserva, com sele...
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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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Compusoftware promove série de webcasts gratuitos ao longo do ano - exclusivo internet
Jornal da Educacao - 13-Jul-2015
A Compusoftware Solutions & Reseller, empresa da Globalweb Corp, um dos maiores conglomerados brasileiros de Tecnologia da Informação (TI), promeve, ao longo do ano, uma série de webcasts mensais...
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Planejamento escolar = sucesso nos estudos
MARIA GORETI GOMES - 05-Fev-2015
Cerca de 60 mil alunos começam nesta quinta-feira o ano letivo de 2015 nas escolas municipais de Joinville. Eles vão ocupar as salas de 83 escolas do ensino fundamental e de 61 dos centros de educaçã...

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Toda unanimidade é burra!! (JE 302)
Classificação: / 1
Escrito por Maria Goreti Gomes   
03-Jul-2017
A nova Base Nacional Comum Curricular ainda em discussão, mas já em fase de consolidação e aprovação por meio de audiências públicas que acontecerão nas cinco regiões do Brasil,traz em si algumas medidas concretas no sentido de reduzir as disparidades entre os conteúdos trabalhados nas escolas públicas e as particulares ao longo da educação básica. 
Ao estabelecer um conteúdo mínimo nacional e manter um percentual para que cada região trabalhe os conteúdos locais e regionais, garante-se aos estudantes a possibilidade de transferência sem perdas consideráveis, pelo menos no que se refere ao conteúdo curricular. 
A alfabetização ao final do segundo ano do ensino fundamental, quando a criança completa oito anos, prima pela isonomia no calendário. O ensino de língua estrangeira a partir dos primeiros anos do ensino fundamental é outra vantagem significativa admitida aos estudantes de escolas públicas. Neste caso, esbarra-se com a falta de professores. Em verdade, é preciso estabelecer contato diário com a língua estrangeira em estudo para garantir a aprendizagem mínima e efetiva. 
A falta de profissionais para atender aos estudantes da educação infantil, séries finais e ensino médio é crescente e problema a ser enfrentado imediatamente pelos governos e universidades que oferecem vagas, mas não fecham turmas. A profissão está em “baixa”. 
Aprender estatística e probabilidade desde o primeiro ano e as disciplinas relativas à tolerância, pluralidade e respeito às diferenças são outras “inovações” que podem contribuir para o crescimento individual e da consciência de coletividade nos estudantes (e professores) brasileiros. 
Contudo, os resultados práticos somente aparecerão, com outras mudanças concretas: a começar pela valorização, formação e motivação permanente dos professores, com a implementação das metas 15 a 19 do Plano Nacional de Educação. 
Afinal, nenhuma criança será alfabetizada ou aprenderá os conteúdos próprios a sua faixa etária por decreto. E, seguramente, nenhuma política pública será implementada nos gabinetes dos governadores, secretários, conselheiros ou gestores.  
A aprendizagem acontece exclusivamente em sala de aula, na relação professor x aluno x família. 
Portanto, é necessária, a valorização imediata e eficaz daqueles profissionais que atuam no dia a dia da sala de aula. Todos os demais indivíduos da escola, da auxiliar de limpeza à diretora da escola e da recepcionista da secretaria da educação ao governador do Estado, devem formar uma rede e planar no entorno da sala de aula para fazer com que a professora, ou o professor, consigam ensinar e os alunos aprenderem.  
Fatores externos, como a alimentação, o uniforme e o material escolar devem sair do âmbito público e ficar ao encargo dos pais. Além de eliminar a necessidade de fazer as tais licitações, via de regra fraudulentas, que se repasse às famílias a verba, que poderá ser usada exclusivamente para esta finalidade, algo como um cartão escolar. 
Desse modo, além de assegurar o mínimo necessário ao estudante, respeitando-se suas preferências e diferenças individuais, o comércio local receberá um reforço no caixa.  
A sociedade brasileira precisa mudar a mentalidade de Estado provedor e paternalista, retornando aos pais aquilo que é de sua responsabilidade: prover seus filhos dos bens materiais e afetivos mínimos. 
A atuação do Estado precisa ser exclusivamente para atender àquelas crianças cujas famílias efetivamente não tenham renda mínima. Esta será a única garantia de participação efetiva dos pais na vida escolar dos filhos. 
Afinal, é preciso considerar que na sociedade capitalista, se não doer no bolso, os pais continuarão a terceirizar a educação dos filhos. Mas como toda unanimidade é burra, é preciso considerar que, sem a padronização dos uniformes e materiais escolares pagos com dinheiro público, as diferenças culturais e sociais ficarão mais evidentes para os alunos e professores. 
Assim, será mais fácil aprender a respeitar as diferenças, se a padronização deixar de ser regra, especialmente nas escolas públicas. Pois, para a criança,  isso será a concretização da aprendizagem, já que as diferenças estarão visíveis “a olho e bolso nus”.  
Ao receber o crédito, o aluno e família aprenderão minimamente, administração financeira, poderão escolher a estampa, as cores e formatos de seu próprio material e uniforme escolar. E, até mesmo, a escolher alimentos mais saudáveis para o seu dia-a-adia. 
Este tipo de medida já é adotada em países desenvolvidos para assegurar às crianças, e não a seus pais, alimentação saudável. O governo americano, por exemplo, fornece um vale que possibilita aos pais comprarem alimentos diretamente no supermercado. Entretanto, há restrição sobre o tipo e quantidade de cada um dos alimentos. E, é claro, os supermercados e os pais respeitam essa determinação e regras. 
Evidentemente, haverá aqueles que dirão: no Brasil não dará certo, porque os pais comprarão besteira em vez do material escolar e alimentos saudáveis aos filhos. 
Aos incrédulos é preciso dizer que um dia teremos que começar a ensinar concretamente, e este é o momento, já que estamos passando o país a limpo. Que tal incluir os brasileiros nesse processo?
Pois se há algo com que todos concordamos é que no Brasil a corrupção é cultural. Então, precisamos mudar a cultura, não só dos políticos e empresários, mas também do cidadão. E quando se trata de cultura, o processo é lendo e longo. 
E, principalmente, como dizia Albert Einstein, “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.
 
Tudo está por fazer no Brasil, quem se habilita?!(JE301)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
28-Mar-2013
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Ilustração publicada no JE5, 1988
 
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O princípio da igualdade está previsto no artigo 5º, da Constituição Federal de 1988: ‘Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza’. 
O princípio da isonomia, também conhecido como princípio da igualdade, é a própria essência, o símbolo da democracia, pois indica tratamento justo para os cidadãos. 
No caso brasileiro, é essencial lembrar o contexto cultural e histórico em que foi criado, ou incluído dentro dos princípios constitucionais, para entender o que seria igualdade para todos. 
Esse complexo princípio foi instituído por uma Assembléia Constituinte eleita para legislar no período que marcava o fim da ditadura militar. 
Naquele momento, os opositores ao regime, praticamente todos alinhados dentro do único partido de oposição, o MDB preocupavam-se em garantir que, em caso de um novo “golpe” os insurgentes não fossem torturados, perseguidos e nem mortos ‘na calada da noite’. 
Ou seja, A Constituição Federal foi feita sob o signo do medo. A preocupação era garantir os “direitos do cidadão comum opositor ao regime  ditatorial”. Criamos, portanto, uma Constituição para garantir direito e esquecemos dos deveres, que naquele momento todos sabiam quais eram: liberdade, fraternidade, disciplina, trabalho e patriotismo.  
Mas precisamos lembrar sempre que não é o lugar, nem o tempo e sim as pessoas que fazem e tem que cumprir as leis. 
Assim, os constituintes (não somente os políticos porque o povo também participou e muito) eles mesmos, com medo de represálias apressaram-se em garantir os próprios direitos fizeram um movimento de “conciliação” para acabar com o regime militar. 
Negociaram a transição sem armas e guerra em troca da manutenção de privilégios para os militares e as futuras gerações dos mandatários daquele período. 
Portanto, aquela geração e  seus descendentes receberam os primeiros privilégios da ‘democracia brasileira’  pós ditadura militar. 
Mas não foram os militares e seus descendentes os únicos privilegiados com as garantias constitucionais e previdenciárias. Os políticos, detentores do poder ao longo dos anos, foram criando planos de previdência pagas com dinheiro público (portanto de todos os brasileiros) e leis especiais para si e seus familiares. 
No mesmo “trem da alegria democrática”, as proteções foram sendo estendidas aos funcionários públicos, que até então, em sua maioria, eram parentes e apadrinhados, indicados de políticos que plainavam nas  órbitas do poder, ou mantinham seus amigos por lá. 
Sob o manto protetor das leis que eles próprios criaram, a punição era para qualquer insurgente, cidadão comum. Essa “classe especial= mais igual” de cidadãos brasileiros: políticos, ex e atuais detentores do poder (executivo,  legislativo e judiciário)  criaram a lei que os torna imunes às punições e julgamento igualitários (previdência, estância judicial , cadeia especial), em detrimento de todos os demais brasileiros, para os quais “a lei é rigorosa, justa e punitiva”.  
Ou seja, a lei brasileira criou castas especiais de cidadãos. Alguns estão ‘acima da lei’ e outros estão tão acima que a lei sequer os alcança. Por isso a necessidade de cada vez mais trabalhar pelo “aumento da fé na justiça divina”. 
O que não melhora em nada a vida do brasileiro que ficou fora deste acordão conciliatório que acabou com a ditadura dos militar, mas jamais implantou a democracia de direitos e deveres no Brasil. 
Os participantes da “assembleia constituinte de 1988”, os políticos que negociaram, criaram, votaram e homologaram; os funcionários públicos que a registraram e os  juízes, promotores e advogados (e demais integrantes do Judiciário) que devem “guardá-la”, supervisionar e fazer cumprir,  aproveitaram e incluíram cada qual os seus privilégios também. 
Ao Cidadão Brasileiro resta cumprir a lei que lhes são impostas uma após outra . 
Os privilégios vão muito além da previdência. Estão também nas leis que “orientam a justiça a investigar e punir quem comete crimes de toda natureza”. 
Consolidamos na Constituição e na legislação posterior a máxima de “levar vantagem em tudo”.  
Juntamente com o acordo para a entrega do poder aos civis nasceu o rombo da previdência e a impunidade que agora assombra os brasileiros, como se fosse um buraco negro para onde todos vamos. 
E sequer conseguiremos dar as mãos e ser solidários uns com os outros, pois os contrastes nos separam de tal modo que as mãos sequer entrelaçam-se, mesmo na iminência da queda. 
Aristóteles acreditava que a igualdade e a justiça só seriam alcançadas em sua totalidade quando os individuais iguais, fossem tratados igualmente, na medida da desigualdade de cada um. 
Na antiguidade, o princípio foi utilizado na Grécia, porém  era pouco praticado. Em Atenas, por exemplo, somente os cidadãos livres, acima de 20 anos podiam exercer a cidadania. Estrangeiros, escravos e mulheres estavam excluídos. 
Em Roma, a desigualdade ainda prevalecia, pois os direitos eram dados de acordo com a classe social, à época formada por patrícios e plebeus. 
No Brasil, os privilegiados são os políticos, membros do poder judiciário e os grandes proprietários de bens materiais, ou seja, os detentores do poder (executivo, legislativo e judiciário) sejam os atuais ou os ex. 
O dinheiro público, que é meu, seu e cada brasileiro que paga uma das maiores taxas de impostos do mundo,que é embutido nos preços dos produtos, serviços e até na movimentação financeira, continua pagando salários e pensões vitalícias aos descendentes dos militares,  políticos e funcionários públicos, especialmente os do judiciário. 
É assustador o número de netas de coronéis militares que já são avós, mas NUNCA casaram oficialmente, exatamente para continuar a receber a tal pensão. 
Nossos ex presidentes, governadores, prefeitos, deputados, senadores, vereadores e até alguns assessores e funcionários públicos que entraram via “trem da alegria”,  e seus descendentes até o terceiro ou quarto grau, ainda recebem pensões vitalícias e pior, com salário igual ou até maiores, dos da ativa. 
Enquanto as leis são cada vez mais rigorosas e usurpadoras do patrimônio privado estabelecendo novos impostos, taxas e obrigações em forma de contribuições (em Joinville temos até a contribuição de melhoria para calçar ruas), as leis são mais brandas para os governantes dos municípios, estados e da federação. 
Quando gastam além da arrecadação, criam novos impostos para o cidadão que continua pagando impostos sem receber os serviços públicos em troca deste pagamento. 
Mas os salários e pensões deles continua a vir religiosamente em dia.  Se uma empresa privada deixar de pagar as contas, o empresário terá seu patrimônio leiloado para pagar a dívida.  Mas a primeira a ser paga é a dívida dos impostos devidos ao governo. 
Se um governador deixar de pagar os salários dos funcionários, o governo aumenta a contribuição previdenciária, reduz disfarçadamente os salários devidos e faz algum programa voluntário de demissão. O resultado é a diminuição da quantidade de funcionários prestando  o serviço público junto ao cidadão. 
Neste mês de março, conhecemos mais um poder criado para garantir privilégio para seus próprios  membros: os Tribunais de Contas. 
Somente agora, com a prisão dos membros do TCE do Rio de Janeiro, ficamos sabendo que os conselhos desses tribunais são indicados pelos políticos e são, eles mesmos, políticos. 
Governadores, deputados, prefeitos, senadores e presidente que estão no poder e terão suas contas fiscalizadas, aprovadas ou rejeitadas indicam os membros dos tribunais de conta.  
Ou seja, o notório saber dos tais conselheiros que fiscalizam as contas públicas é, na verdade, o QI (Quem Indica). 
É o mesmo que empregar a raposa para cuidar do galinheiro. E o cidadão brasileiro permite. 
Temos ainda outra categoria “acima das leis” os delegados, representantes dos sindicatos e que participam e são remunerados, nas audiências na justiça trabalhista. Mas este é assunto para outro momento. ALGUÉM TEM DÚVIDA DE QUE É PRECISO REFORMULAR A PREVIDÊNCIA? 
 
O Jornal da Educação é um sobrevivente (JE 288-28 ANOS)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
18-Set-2015
Caro leitor, você está lendo a edição que marca os 28 anos de publicação ininterrupta do Jornal da Educação. E assim como nossas universidades, estamos sobrevivendo, apesar das políticas de (des)governo da Pátria Educadora, Brasil.  
As edições, inicialmente bimestrais, passaram a mensais e, neste ano de 2015, devido à situação econômica do Brasil, circularam com a periodicidade possível. Mas neste mês de aniversário, a edição é mensal. Sobrevivemos!
Iniciamos o nosso 29º ano de existência, e temos muito a agradecer. Os primeiros da grande lista, são nossos colunistas Norberto Dallabrida (Histórias da Educação), Gilmar de Oliveira (Psicologia), Yolanda Robert (Direito) e o professor Leandro Villela de Azevedo (De Onde Vem?).
Os quatro professores doutores e mestres compartilham seus conhecimentos em seus artigos, publicados graciosamente no Jornal da Educação, nas edições impressa e on line.
Nossos anunciantes e assinantes, tais como as secretarias de educação que adquirem assinaturas e as distribuem aos professores. Aos anunciantes, universidades e empresas privadas que reconhecem a importância do professor anunciando em nossas páginas.
A publicidade e as assinaturas anuais possibilitam a continuidade da produção do JE.
A partir de agora, iniciamos nossa contagem regressiva, rumo aos 30 anos. Faltam somente 24 meses para completarmos três décadas de serviços em prol da melhoria da qualidade do ensino. Continuaremos na luta para divulgar o que há de melhor na educação brasileira.  
Ainda não temos clareza de como, quando ou se o Brasil reagirá e voltará a ter empresas e profissionais da educação com suficiente interesse e verbas para fazer publicidade e adquirir assinaturas do JE em quantidade suficiente para custear as edições mensais.
Mas, temos certeza que, assim como conseguimos superar as crises econômicas anteriores, o faremos também desta vez.  
Otimismo não nos falta, pois somos impulsionados pelo histórico de superação de crises anteriores.
Afinal, desde agosto de 1987, quando iniciamos nosso trabalho, temos sobrevivido financeira e editorialmente a quase uma dezena de crises econômicas e políticas, embora esta seja a mais rigorosa dentre todas, pela sua gênese.
Como bem afirmei na tribuna da Câmara de Vereadores de Joinville, quando o JE foi homenageado pela passagem dos 25 anos de existência:”Está difícil, mas acreditamos ser possível!” Foi e está difícil conseguir anunciantes e assinantes para manter as publicações com periodicidade regular, mas continuamos a tentar. E a fazer as edições, diferentemente de mais de uma centena de jornais impressos que pararam de circular no país nos últimos anos.
Esta “morte súbida” de jornais (e não somente de pequenos) vem se multiplicando desde o início da crise econômica mundial iniciada nos Estados Unidos, o berço da imprensa mundial, em 2008.
O pensamento dominante é, “se sobrevivemos àquela crise, será possível sobreviver mais uma vez. Vamos superar a crise e, provavelmente voltar a circular mensalmente neste segundo semestre. Não desistiremos de divulgar as boas ações desenvolvidas em escolas.
Acreditamos que divulgar estas ações, individuais ou coletivas, é o caminho efetivo e a maior das contribuições que podemos dar visando à melhoria da qualidade de ensino. Em especial neste momento do País, extremamente carente de ensino de qualidade, assim como de bons profissionais, capazes de ensinar com a qualidade necessária e exigida pelo mercado de trabalho.  
Adotamos como meta, dar publicidade e reconhecimento aos profissionais da educação que se destacam pela qualidade do seu fazer pedagógico. O objetivo é que, queiram continuar a fazer um bom trabalho. E, movidos por esse reconhecimento público, ampliem ainda mais sua influência na escola, servindo de exemplo a ser seguido pelos colegas. O quê, contribuirá, com certeza, para melhorar o fazer pedagógico de diversos colegas professores e escolas.
Como bem escreveu Karl Konstantin Knüppel – fundador do manuscrito em alemão Der Beobachter am Mathiasstrom, o primeiro jornal do interior da Província de Santa Catarina, publicado em 2 de novembro de 1852, em Joinville, “Não existe, efetivamente, nada mais interessante no mundo – nem mesmo para o mortal mais sábio e mais humilde – do que ler algo a respeito de sua pessoa”.
Portanto, sobreviventes, continuaremos a “remar contra a maré”, pelo tempo necessário.
Não sabemos por quanto tempo e com qual periodicidade vamos circular nos próximos meses. Mesmo assim, reforçamos: acreditamos que, a dispeito da viabilidade econômica de cada edição, permaneceremos defendendo que os professores e demais profissionais da educação, continuam a merecer reconhecimento pelo bom trabalho desenvolvido nas cada vez mais violentas salas de aula.
Conhecedores desta necessidade de visualização social do indivíduo, os veículos de comunicação tem produzido sempre mais jornais e revistas, com espaços para interação via internet.
Seguindo esta tendência do mercado editorial mundial, financeiramente mais viável em momentos de crise, o Jornal da Educação tem feito publicações mais frequentes em sua página oficial (www.jornaldaeducacao.inf.br), onde publica também sua versão impressa em PDF, no link Downloads-versão impressa em PDF.
Já a página do Jornal da Educação, no Facebook (www.facebook.com/pages/Jornal-da-Educação), possibilita aos leitores interagirem diretamente com nossa equipe de jornalismo.
 
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