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ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
JORNAL DA EDUCAÇÃO - 25-Jan-2017
Atenção senhores pais e mães‼ Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:✅01- Bom dia✅02- Boa Tarde✅03- Por...
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ENEM: CINCO DICAS PARA A RETA FINAL
Jornal da Educação - 01-Nov-2016
Revisar as anotações do plano de estudos e descansar na véspera da prova são essenciais para obter bom desempenhoEm contagem regressiva para o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), um dos exames mais...
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
CURSOS SUPERIORES GRATUITOS COM SELEÇÃO PELO HISTÓRICO ESCOLAR Quatro cursos de nível superior do IFC Araquari (e demais unidades de SC) estão com vagas abertas para cadastro de reserva, com sele...
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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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TCE publica liminar contra Governo do Estado na contratação dos ACTs Professores terão mais 30 dias
Maria Goreti Gomes - 09-Out-2015
Uma vitória aos professores catarinenses Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) foi concedida nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Contas do Estado, para que eles possam participar dos processos se...

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UFSCar oferece especialização em Ensino de Matemática na modalidade a distância
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Escrito por Jornal da Educacao   
28-Jul-2014
São 240 vagas e as inscrições vão até 31/7

Até o dia 31 de julho, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) recebe inscrições para o curso de Especialização em Ensino de Matemática no Ensino Médio oferecido na modalidade a distância. A atividade é ofertada pela Secretaria Geral de Educação a Distância (SEaD) da UFSCar, por meio do Programa Nacional de Formação de Professores da Universidade Aberta do Brasil (PNFP/UAB). 
A Especialização é direcionada aos portadores de diploma de curso superior que estão atuando nos sistemas públicos de ensino e ministram aulas de Matemática no Ensino Médio. O objetivo principal é contribuir para a qualificação do professor com vistas à uma efetiva mudança da dinâmica da sala de aula, na perspectiva de que a busca, a socialização e a (re)construção do conhecimento sejam garantidas por meio de um processo de ensino e aprendizagem participativo e significativo.
No total, serão ofertadas 240 vagas distribuídas entre os polos de apoio presencial das cidades paulistas de Barretos, Franca, Itapevi, Osasco, Santos, São Carlos, São José dos Campos e São Paulo. São 30 vagas por polo. O processo de seleção é composto por etapa única que consiste em análise curricular (prova de títulos), de caráter classificatório, e cuja pontuação final determinará a ordem de preferência do candidato à matrícula no curso.
A atividade tem carga horária de 360 horas e duração de 18 meses, incluindo o tempo de dedicação à elaboração e defesa presencial do trabalho de conclusão de curso. Os encontros presenciais obrigatórios são destinados apenas para avaliação e ocorrerão aos sábados, no polo em que o aluno estiver matriculado.
As inscrições podem ser realizadas até o dia 31 de julho, exclusivamente pelo site www.sead.ufscar.br/outros/editais, no qual também pode ser consultado o edital do processo seletivo. Mais informações podem ser obtidas em matematicanapratica.ead.ufscar.br ou solicitadas pelos email Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
 
Aulas são canceladas em 64 cidades de SC
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Escrito por Jornal da Educacao   
04-Jul-2014

Florianópolis - Alunos das escolas da rede pública estadual de 64 cidades catarinenses não tiveram aula nesta sexta-feira, 27, devido às fortes chuvas. As escolas não foram atingidas, porém devido à falta de transporte escolar e para preservar os alunos e funcionários as aulas foram suspensas.

As cidades que cancelaram as aulas foram: Iporã do Oeste, Macieira, Frei Rogério, Palmitos, Mondaí, Riqueza, Caibi, São Carlos, Águas de Chapecó, Cunha Porã, Cunhataí, Passos Maia, São José do Cerrito, Pinheiro Preto, Videira, Fraiburgo, Iomerê, Pinheiro Preto, Concórdia, Peritiba, Ipira, Irani, Alto Bela Vista, Piratuba, Presidente Castelo Branco, Joaçaba, Treze Tílias, Herval d’Oeste, Capinzal, Ouro, Lacerdópolis, Erval Velho, Luzerna, Ibicaré, Jaborá, Catanduvas, Vargem Bonita, Água Doce, Arabutã, Arvoredo, Ipumirim, Itá, Lindóia do Sul, Paial, Seara, Xavantina, Guatambu, Nova Itaberaba, Saudades, Pinhalzinho, Modelo, Bom Jesus do Oeste, Tigrinhos, Saltinho, Santa Terezinha do Progresso, Romelândia, São Miguel da Boa Vista, Flor do Sertão, Iraceminha, Witmarsum, Vitor Meireles, Lontras, Dona Emma e Porto União.

A orientação da Secretaria de Estado da Educação é para manter contato com a Defesa Civil do município e com a Secretaria Municipal de Educação para alinhar o trabalho. “O transporte escolar é feito em conjunto com o município e a decisão do cancelamento das aulas deve seguir a mesma orientação. A decisão deve ter como base o diagnóstico da Defesa Civil para preservarmos a segurança dos alunos e funcionários”, explica o secretário de Estado da Educação, Eduardo Deschamps. 

Ainda não há previsão sobre as aulas para a semana que vem. “Cada Gerência Regional de Educação deve analisar a situação dos municípios de sua abrangência para definir o calendário escolar”, finaliza.

 
Falta de professor deve levar à valorização deste profissional(JE275)
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Escrito por Maria Goreti Gomes   
23-Mar-2014
Na lei de mercado, o que está em falta, vale mais. Esta é a lógica do capitalismo. E vale também para as profissões, entre elas a de professor. 
Mas até que essa valorização aconteça, muitas crianças, adolescentes e jovens ficarão sem aulas. Ou pelo menos, aulas com profissionais qualificados. O alerta sobre o agravamento da falta de professores tem sido dado pelo Jornal da Educação há mais de duas décadas em reportagens e textos opinativos. 
Diversas mudanças na estrutura de formação docente, como o aumento de quatro para cinco anos da duração dos cursos de licenciatura, também contribuiram para desestimular os candidatos.    
A estrutura social e educacional do país e a universalização do ensino fundamental na década de 90, aumentou em muito a necessidade de professores. E,  entre as metas do novo Plano Nacional de Educação (2011-2020)- ainda não votado,  está a universalização do ensino médio e da educação infantil. 
A implantação do Piso Nacional do Magistério e a exigência de 33% de horas atividades dentro da carga horária para os professores, também aumentaram o número de vagas. Portanto, em cinco anos, chegaremos “ao fundo do poço”. 
Os adolescentes já não querem ser professores. Estudos do MEC apontam que 62% dos jovens que optaram pela carreira do magistério, tiveram problemas sérios de aprendizagem em sua educação básica, especialmente no ensino fundamental. 
Mas é preciso registrar que ainda há quem queira ser professor.  É relativamente fácil encontrar profissionais de outras áreas (engenharia, enfermagem, direito...) em vias de aposentadoria que pretende ser professor. 
Além de ter um ganho extra para suprir a queda na renda devido a aposentadoria, estes profissionais acreditam que dando aula podem contribuir com a sociedade, repassando parte do conhecimento adquirido com anos de experiência no mercado de trabalho, aos mais jovens. Já que a maioria chega ao mercado sem as mínimas características básicas de um bom profissional.
Há ainda, um outro segundo grupo de pessoas que pedem para ser professor. Aqueles que, não conseguindo trabalhar em nenhum outro emprego, vai “dar aula”.  Felizmente, a exigência de realizar concurso ou processo seletivo para ter acesso à função de professor, tem diminuído bastante. Mas não acabou. 
Por outro lado, os profissionais que atuam nas escolas,   “dando um jeitinho” de cobrir a falta de professor, fazem um “trabalho suicida”.  Pois enquanto a escola estiver resolvendo tudo sozinha, a situação se agrava sem que os políticos e governantes façam coisa alguma. 
Falta professor, falta diretor eficiente, falta condicionador de ar e ventilador nas salas de aula, falta computador, falta material didático, falta competência profissional, falta salário no final do mês do professor, faltam projetos para receber dinheiro do governo federal, falta vontade política de melhorar tudo isso. 
Mas, nas escolas (e CEIs) não falta somente professores. Nas escolas, falta apoio real à formação dos novos professores, porque a verdadeira e grande aprendizagem do professor, é na sala de aula, aprende enquanto ensina. 
Falta efetivar a escola como ambiente voltado ao ensino, centrada na aprendizagem e afastar dela a assistência social e, principalmente, eleitoral.  
Sobram crianças e adolescentes sem professor, escolas quase despencando sobre a cabeça de alunos e professores e, principalmente, desvio do dinheiro público que deveria estar sendo usado para pagar tudo isso. 
As universidades e faculdades que oferecem cursos de licenciatura também sentem a falta de candidatos às vagas. Ou seja, já não há professores para suprir a demanda crescente; e nem estudantes sendo preparados em quantidade suficiente para substituir os que estão em vias de aposentadoria ou abandonando a profissão. 
Cursos de licenciatura, em todo o país, estão sendo fechados, apesar de serem oferecidos gratuitamente. Praticamente ninguém paga mensalidade para fazer curso de licenciatura, inclusive nas escolas privadas.  O governo tem bolsas sobrando, pois faltam candidatos.
Secretarias de educação implantam um ano e eliminam no ano seguinte, disciplinas como língua inglesa e artes para anos iniciais por falta de professores. 
Estudantes do ensino médio reclamam do despreparo para fazer o ENEM, porque ficaram dois, três, quatro ou mais meses sem aulas de química, física, biologia, matemática, geografia, história, artes ... 
Concursos e processos seletivos se multiplicam por absoluta falta de candidatos às centenas de vagas que abrem a cada ano na educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. 
O fator salário não é a única causa do “desgosto” pela profissão. A talvez mais “bonita” e, seguramente a mais necessária, em qualquer sociedade. Não há democracia em uma sociedade em que a educação de qualidade seja para poucos.  
A situação tem se agravado cada vez mais porque nem governos, nem universidades, nem gestores educacionais e nem mesmo os sindicatos, sabem o que pode ser feito para reverter a tendência de “extinção” da categoria de professor.  
Se perguntassem aos professores que efetivamente atuam em sala de aula, talvez tivessem uma resposta imediata: resgatem a dignidade do professor, reconheçam nossa importância social e nossa condição de profissional da Educação.
Restabeleçam o status social que o professor e a professora já tiveram, quando a educação era efetivamente um prêmio que todos deveriam receber.  
Restabeleçam o respeito pelo valor do professor e da escola na formação de todo e qualquer cidadão. Devolvam ao professor o papel de ensinar e trabalhem todos pelo bem estar daqueles que atuam na sala de aula, a alma da escola. 
A sociedade vive da adoração. Temos templos para adorar a Deus - a igreja; o templo do consumo - o shopping center; o templo do esporte – o campo de futebol; o templo da cultura – o teatro; o templo do lazer – a praia, mas não temos o templo do saber – a escola. 
A escola deve ser o lugar em que se aprende a viver em e para a sociedade, para o bem comum, para a comunhão com o nosso irmão social – o outro cidadão.  
Transformem as salas de aula no templo do saber e o professor no sacerdote deste templo. Respeito, tratamento digno como intelectual e formador de opinião (e de cidadãos) que é. 
Somente assim, será possível transformar cada escola num templo do saber e da sabedoria e então teremos resgatado o valor social da escola e do bom professor, que seguramente voltará  para as salas de aula. 
Há alguns anos foi lançado um adesivo automotivo dizendo: Hei de vencer, mesmo sendo professor! Alguns profissionais criticaram tal adesivo, dizendo-se contrários a esta ideia de submissão.
Atualmente, este espírito de abnegação transferiu-se do professor e da professora para os secretários e secretárias de educação e diretores e proprietários de escolas particulares. O adesivo seria: Hei de ensinar mesmo sem professor. 
O sentimento de “sou necessário à sociedade” que historicamente tem movido cidadãos comuns a se tornarem professores já não é suficiente para motivar nossos adolescentes e jovens a optarem pela carreira nada atraente de professora ou professor. 
Aliás, os adolescentes são os primeiros a desistirem de ser professor. Não pelo salário, pois o salário inícial de um professor, que não precisa ter experiência para iniciar na carreira e ganha salário idêntico ao formado há anos, mas por perceberem o desreipeito crescente ao professor. Não somente de seus colegas, mas no relacionamento professor x direção da escola x aluno x pais.
Assim, cada vez mais, os portadores de diploma de curso de licenciatura estarão sempre empregados (ou subempregados) e portanto, está mais do que na hora de partimos para a prática. 
Já não se aceita discurso de descompactação de plano de carreira, a maquiagem de números, o “nós queremos não temos é as condições”. 
Chega de discurso! Discurso dá aula. Maquiagem não ensina e sem ensino, não há desenvolvimento, sem desenvolvimento não há cidadania. Sem cidadania, os números do IDH e da economia do país, despencam. 
E se a economia do país não despencar é preciso educação, e de qualidade. Para se ter educação de qualidade, precisamos de bons professores!  
Então, que se aplique a lei de mercado, porque PROFESSOR está em falta.  
 
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