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ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
JORNAL DA EDUCAÇÃO - 25-Jan-2017
Atenção senhores pais e mães‼ Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:✅01- Bom dia✅02- Boa Tarde✅03- Por...
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ENEM: CINCO DICAS PARA A RETA FINAL
Jornal da Educação - 01-Nov-2016
Revisar as anotações do plano de estudos e descansar na véspera da prova são essenciais para obter bom desempenhoEm contagem regressiva para o ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), um dos exames mais...
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Abertas vagas para Ingresso nos cursos superiores do IFC
Assessoria IFC Araquari - 17-Fev-2016
CURSOS SUPERIORES GRATUITOS COM SELEÇÃO PELO HISTÓRICO ESCOLAR Quatro cursos de nível superior do IFC Araquari (e demais unidades de SC) estão com vagas abertas para cadastro de reserva, com sele...
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Começa Feira Estadual de Matemática
Jornal da Educacao - 28-Out-2015
A partir desta quarta-feira, 28 de outubro, acontece em Joinville a 31ª Feira Catarinense de Matemática. A abertura será às 18 horas, no Expocentro Edmundo Doubrawa, seguida de visitação pública. A or...
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TCE publica liminar contra Governo do Estado na contratação dos ACTs Professores terão mais 30 dias
Maria Goreti Gomes - 09-Out-2015
Uma vitória aos professores catarinenses Admitidos em Caráter Temporário (ACTs) foi concedida nesta quinta-feira (8) pelo Tribunal de Contas do Estado, para que eles possam participar dos processos se...

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Seja ético também nas redes sociais (JE300)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
23-Fev-2017
Image
 
Você sairia colando cartazes e fotos de um corpo nu, seja de homem ou mulher, na sala dos professores de sua escola, com todos os colegas presentes, inclusive aqueles que você sequer conhece pessoalmente? 
Avisaria a todos os seus alunos e colegas de que há uma ótica, que você não conhece e nem sabe o endereço, distribuindo óculos de graça para crianças carentes?
Tem necessidade diária de sair por ai dando bom dia, boa tarde, boa noite e professando a “profundidade” de sua fé insistentemente, em todos os momentos do dia ou da noite impingindo às pessoas que precisam estar com você no mesmo local de trabalho, a ouvir tudo aquilo repetido a exaustão?
Você pega um mega-fone e sai espalhando notícias sobre crianças desaparecidas, carros roubados, doença da vaga louca ou o fim do mundo que está próximo em frente a milhares de pessoas e, principalmente, sem checar se a tal notícia é falsa ou verdadeira e qual a fonte? 
Você tem tanto tempo livre que consegue cuidar da vida dos outros e comparar com a própria vida? 
Consegue compartilhar e comentar idéias de outros no facebook e outras redes sociais? 
Tem tempo livre para replicar nos grupos de whatsapp, especialmente os criados com colegas de trabalho, tudo o que os outros postam, também sem critério e sem checar a informação?
Apesar da quase obviedade da resposta às perguntas acima,  é exatamente isso que pessoas e pior, muitos professores estão fazendo na internet. 
Estas pessoas esquecem que a internet é um grande mural mundial e que as ações efetivadas no mundo virtual, têm consequências semelhantes às do mundo real.
Ou seja, quem faz citações, replica informações, filmes, fotos e imagens muito e indiscriminadamente está levando seus colegas dos grupos, os chamados “amigos virtuais”, a construir uma imagem dela própria. 
Há um antigo ditado popular que diz: ‘diga-me com quem andas que te direi quem és’. Atualizando, para os tempos de redes sociais: ‘leio o que postas e direi quem és, como pensas e quanto desinformada(o), fofoqueira(o), solitária(0) e ignorante és’. 
Portanto, cuidado com o que postas, compartilhas e replicas. Cada bom dia seguido de Deus é fiel pode representar que foste traído pelo Homem ou por seus  atos, sentimentos e pensamentos. 
Por outro lado, seus colegas de trabalho não pensam (e nem devem), pensar do mesmo modo que você; e seus chefes, menos ainda. 
Lembre-se que educação vem de berço. E se você é professora ou professor, formador de opinião por força da profissão, tem obrigação de ensinar a seus alunos a identificarem as informações confiáveis ou não,  entre as centenas de milhares publicadas na internet,  sua falha é ainda maior. 
Quando você compartilha uma notícia falsa, como a que correu neste início de ano de que haveria uma ótica, que sequer tem loja em Joinville, doando óculos para as crianças carentes, você está difamando a tal Ótica e criando uma falsa espectativa, o que poderá gerar um pedido de indenização por danos morais.
Há ainda a ética profissional, outro aspecto das redes sociais a ser considerado. Especialmente nos grupos criadas com objetivo de facilitar a comunicação no ambiente de trabalho. 
Os grupos de trabalho foram criados com a finalidade de facilitar a comunicação entre os profissionais que atuam naquela escola (ou empresa), sejam homens ou mulheres, não para ocupar o tempo dos profissionais e a memória de seus smartphones com nudes,  piadas sem graça, propagandas e confissões de fé.
Portanto, há de se ter ética, e muita nestes grupos. A mesma ética cobrada dos alunos ao comunicar-se com os professores e amigos. Ou seja, em grupos compostos por colegas de trabalho, as postagens devem ser estritamente profissionais.
Assim como não se pode montar uma banca de venda e troca de produtos e serviços alheios ao ambiente escolar no pátio da escola, não cabe este tipo de postagem no grupo do whatsapp.
O mesmo vale para as postagens de corpos nus. A brincadeira entre grupos de amigos e amigas é muito válida, mas postar corpos nus dançantes ou caminhando na praia, mesmo que bonitos, não é ético. Para algumas pessoas, chega a ser inclusive uma agressão. 
E se esta postagem é feita por uma professora ou professor no grupo da escola em que trabalha com outros 60 profissionais da educação, é ainda pior, pois descabida.
A terceira lei de Newton afirma que “toda ação provoca uma reação de igual ou maior intensidade, na mesma direção e em sentido contrário”. Ou “as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em sentidos opostos”. 
É uma das grandes leis da física e com certeza indiscutível. Há provas suficientes na prática e na vida que comprovam essa lei. No dia a dia, cada vez mais, observamos as ações e reações que são provas sempre renovadas da lei do retorno. 
E quanto mais religiosa for a pessoa, maior a certeza de que tudo faz parte de um plano infinitamente maior do que nós. 
Portanto, para ser e agir com ética, é necessário respeitar o ponto de vista, o tempo, a intelectualidade, a crença religiosa (ou a inexistência dela), a liberdade de escolhas e principalmente, os princípios de cada uma das pessoas de cada um dos grupos de whatsapp, facebook ou seja lá a rede social virtual ou real que for. 
A lei do progresso, da igualdade, do trabalho, da liberdade de expressão e o direito ao silêncio, ao recolhimento, a leitura, à convivência agradável e harmoniosa no ambiente de trabalho, seja o material ou o virtual, deve ser levado em conta por todos os membros do grupo. 
E, para aquelas pessoas “sem noção” que continuarem a postar, compartilhar ou replicar informações falsas, imagens pornográficas, desrespeitosas, mensagens religiosas pedantes ou lições de moral nos grupos, resta ao administrador do grupo ou a você bloquear, excluir ou simplesmente banir de sua convivência virtual,   do mesmo modo como se faz na vida real. 
Lembre-se que todas as coisas que saem de você, voltam para você. Portanto, não é preciso se preocupar com o que você irá receber, é melhor cuidar com o que você dará. 
Se der respeito, terá respeito, se compartilhar discórdia, jamais viverá em paz. Se falar mal de uma pessoa ou empresa... 
Por outro lado, não é preciso sair das redes sociais para ter privacidade. Configure suas regras de privacidade e diminua a quantidade de pessoas que poderão ler e ver seus posts. 
Em vez de ficar falando mal das pessoas que postam fotos das refeições, deixe de segui-la, não comente e nem curta as postagens. Não seja a platéia delas.
Os aplicativos e programas de redes sociais disponibilizam ferramentas para você manter privado o que quiser, mas não se iluda, caiu na rede, é monitorado. 
Poste somente aquilo que gostaria que as outras pessoas soubessem. Pois assim como na vida real, depois que saiu de sua boca, a palavra é de quem está ouvindo (ou lendo), você não tem mais como pegá-la de volta. 
Não caia na ilusão de que ao navegar pela internet está imune ou protegido pela ‘teia da rede social’. 
Lembre-se de que podemos ser prejudicados dependendo do que postamos, pois sempre somos responsáveis por nossas ações online, assim como o somos em todos os momentos de nossa vida real. 
Algumas situações podem até gerar processos por causa de uma leve brincadeira, isso sem contar demissões por justa causa, separações de casais, brigas entre amigos e até perda da credibilidade tanto por parte dos colegas de trabalho, como de amigos e familiares e, pior, dos seus alunos.
Todos sabemos que a internet abre possibilidades para nos expressarmos com mais liberdade, encontrarmos pessoas, mas é sempre bom lembrar que o seu direito termina onde começa o direito do outro”. E que educação vem de casa. 
Seus colegas de trabalho têm o direito de ver no grupo de whatsapp da escola, somente postagens e comentários relacionados ao trabalho. Não os faça perder tempo com mensagens vazias de conteúdo profissional, colocando em  risco sua credibilidade. 
Estudos comprovam que são necessários somente seis contatos para se alcançar qualquer pessoa na face da terra. 
Por isso, tome cuidados antes de postar. É importante manter uma postura ética não somente nas redes sociais, mas em toda a internet e na vida real. Na dúvida, não publique!
 
ESCOLA ENSINA - FAMÍLIA EDUCA
Classificação: / 5
Escrito por JORNAL DA EDUCAÇÃO   
25-Jan-2017

Atenção senhores pais e mães‼ 
Está se aproximando o início do ano letivo e é sempre bom lembrar que é em casa que as crianças devem aprender:

01- Bom dia
02- Boa Tarde
03- Por favor
04- Com licença
05- Desculpe
06- Muito obrigado

E em casa que também se aprende:

01- A ser honesto
02- Ser pontual
03- Não xingar
04- Ser solidário
05- Respeitar aos amigos
06- Respeitar aos mais velhos
 *07 -RESPEITAR OS PROFESSORES PRINCIPALMENTE!!*

Também em casa é que se aprende:

01- A não falar de boca cheia
02- A ser limpo
03- A não jogar lixo no chão

Ainda em casa é que se aprende:

01- A ser organizado
02- Cuidar das suas coisas
03- E não mexer nas coisas dos outros

 *PORQUE NA ESCOLA OS PROFESSORES ENSINAM:*

✔ MATEMÁTICA
✔ PORTUGUÊS
✔ HISTÓRIA
✔ GEOGRAFIA
✔ INGLÊS
✔ CIÊNCIAS
✔ EDUCAÇÃO FÍSICA
💥 *E REFORÇAM O QUE O ALUNO APRENDEU EM CASA!!!*

♡ *_Uma campanha contra a inversão de valores e a favor de um mundo melhor!!!_* ♡

 
Final de ano é tempo de desvendar os mistérios das relações de poder da ciência e da religião(JE299)
Classificação: / 0
Escrito por Maria Goreti Gomes   
09-Dez-2016
“Se quisermos realmente conhecer o conhecimento, saber o que ele é, apreendê-lo em sua raiz, em sua fabricação, devemos nos aproximar, não dos filósofos mas dos políticos, devemos compreender quais são as relações de luta e de poder. E é somente nessas relações de luta e de poder – na maneira como as coisas entre si, os homens entre si se odeiam, lutam, procuram dominar uns aos outros, querem exercer, uns sobre os outros, relações de poder – que compreenderemos em que consiste o conhecimento”.
(Foucault, 1996) 
 
 
  
O desastre aéreo que vitimou a equipe de futebol da Chapecoense e os profissionais de imprensa que acompanhavam o time para um jogo da etapa final da Copa Sul-Americana 2016, gerou centenas de milhares de mensagens de solidariedade nas redes sociais. Mas também não faltaram correntes e posts do tipo “é Deus mandando recado aos infiéis que se afastaram da igreja e da fé e etc...
Este tipo de manifestação foi sempre acompanhada de outras ligando o desastre à falta de crença desse ou daquele. Essas pessoas, plenas de ignorância, têm tanta necessidade de “professar sua fé nas redes sociais”, quanto ignoram na ciência que após décadas de estudos estabeleceu os parâmetros e regras para que os voos sejam seguros e cheguem bem ao destino pré estabelecido. 
Regras que não foram cumpridas pelo comandante e demais responsáveis pelo avião e por fiscalizar a aeronave e o plano de voo, que caiu por falta de combustível. 
Ou seja, não foi porque Deus quis ou por alguma fatalidade, foi porque alguém (homem e ou mulher) não fez a sua parte para garantir a segurança daquele voo. 
Portanto, o acidente poderia ter sido evitado se as regras da aviação, estabelecidas pela ciência, tivessem sido seguidas. Somente as investigações poderão dizer quem foram os responsáveis. 
Além disso, provavelmente, serão estipuladas novas regras para os voos fretados e as companhias que os operam. Tudo isso para que acidentes deste tipo jamais voltem a acontecer. E, porque na aviação, em todo o mundo, um acidente JAMAIS poderá ser semelhante ao outro.      
Ainda abalado pela tragédia, o Brasil conhecia o resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos - PISA 2015. E, mais uma vez, o país desabou. Nas provas feitas em 70 países, o Brasil ficou na 63ª posição em ciências, na 59ª em leitura e na 66ª colocação em matemática. Posições ainda piores do que ocupou na prova anterior, em 2012.
Na prova coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Cingapura ocupou a primeira colocação nas três áreas avaliadas. 
No Brasil, a prova foi aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a 23.141 estudantes, de 841 escolas, que representam uma cobertura de 73% dos estudantes de 15 anos.
Os resultados mostram que 70% dos alunos do Brasil têm nível de proficiência abaixo do nível 2 em matemática; 56,6% em ciências e 51% em leitura. O nível 2 é considerado básico para a aprendizagem e a participação plena na vida social, econômica e cívica das sociedades modernas em um mundo globalizado.
Ou seja, a aprendizagem de nossos jovens de 15 anos, vem caindo para níveis inaceitáveis. Portanto, nossos adolescentes estão plenos de ignorância em ciências, leitura e, pior ainda, em matemática. 
Nenhuma mensagem de solidariedade ou atribuindo a culpa pelo baixo desempenho de nossos estudantes no PISA a Deus ou a sua ira, foram postadas nas redes sociais. 
Os especialistas ouvidos nas reportagens apontaram como causas para “a morte intelectual” de nossos alunos a falta de formação adequada de nossos professores e a gestão inadequada das verbas da educação e outros já tão repetidos como salários, etc..
Nenhum deles falou que nossos alunos não aprendem simplesmente porque não estudam. 
E não estudam porque as escolas e as famílias não oferecem as condições ideais. 
Sentados em cadeiras estofadas, com ar condicionado ligado e longe das escolas básicas, os tais especialistas nem imaginam a amplitude da falta de condições e da corrupção pedagógica que reina absoluta no país.
Implantada sorrateiramente e regada diariamente pela crença de que a escola é a segunda casa e deve suprir as necessidades pessoais de alimentação, vestimenta, afeto e até de religiosidade dos estudantes. 
As escolas brasileiras estão cada dia mais praticando e , portanto, ensinando a fazer a corrupção pedagógica. No modelo atual, aos professores cabe cuidar e educar e não ensinar o saber científico. 
 Ao descumprir o calendário letivo, dispensando alunos mais cedo em dias letivos para ter tempo para discutir o que quer que seja ou fazer festas para sei lá quem, ou no final do ano, porque ‘já foram aprovados’ a escola ensina corrupção pedagógica. 
Corrupção que fica ainda mais latente neste período do ano. Época em que as escolas descumprem regras de manter os estudantes em sala de aula, ensinando conteúdos até o último, dos 200 dias letivos, do calendário escolar. 
Os especialistas não apontaram os professores da educação infantil e das séries iniciais como responsáveis. Não apontaram os país (ou responsáveis) que não acompanham a aprendizagem do filho e cobram somente a nota, pois são também plenos de ignorância no que se refere ao valor da escola tanto para si, quanto para o filho. 
Os professores foram de certa forma poupados porque seria injusto com os que fazem o esforço máximo para ensinar, mas que, jamais conseguirão mudar sozinhos a triste realidade das escolas, especialmente as públicas. 
A queda livre do ensino no País é resultado sim da corrupção pedagógica. Corrupção que tira dos alunos a obrigação e a possibilidade de estudar para então, plenos de conhecimento, ter a nota alta e ser aprovado ao final de um ano letivo. 
Mas os responsáveis são sim os professores, muitos em cargo de diretores ou gestores, que decidem dispensar os alunos para festejar esse ou aquele evento no horário escolar. 
Corrupção que possibilita a uma centena de concursados (com garantia de emprego) receberem os salários mesmo trabalhar no cargo para o qual fez concurso em troca do dinheiro público que recebe.
Corrupção que rouba de nossas crianças e adolescentes a motivação para estudar e aprender e que não há operação que possa lavar a jato. Mas que é mais prejudicial ao país e  aos brasileiros do que o vírus Zika, pois destrói para sempre os cérebros de gerações de brasileiros. 
E pior, está tão entranhada, que a sociedade continuará por muitos anos a confundir nota com aprendizagem. E a pensar que estamos ensinando adequadamente nossos alunos porque os pseudo índices de avaliação e aprovação são altos.
Os especialistas em educação, assim como a grande maioria de nossos profissionais em atividade nas escolas, seguem o raciocínio de que o nosso erro é sempre irrelevante ou muito simples. 
Há sim, muito professores que são preguiçosos, que fingem ensinar e fingem avaliar. Muitos destes adorados pelos alunos dão aulas de verdade um pequeno período do ano, somente semanas após o início das aulas e chegam ao final do ‘plano de ensino’ um mês antes da data prevista no calendário letivo. 
Nesse período intermediário, burlam o caminho que levará seus alunos ao conhecimento verdadeiro. Plenos de ignorância de sua responsabilidade nos rumos da sociedade, esses professores sempre terão uma desculpa para sua inércia e incompetência.
 
 
A quem interessa a manutenção dessa atitude de não ensinar? E quem ganha com isso? 
Com certeza os políticos que se perpetuam no poder por meio do voto do ignorante. 
E àqueles que, mesmo sem cumprir com sua obrigação junto a sociedade, recebem o salário no final de cada mês, pago com dinheiro dessa mesma sociedade. 
 
 
Cabe aqui trazer a tona o pensamento de Darci Ribeiro: “há professores que ganham POUCO pelo trabalho que fazem, mas há também professores que ganham MUITO para o que fazem”. 
Sem saber que estão sendo enganados, os alunos fazem a festa e chegam ao cúmulo de agredir os professores que não praticam a corrupção pedagógica.
Alunos brasileiros não aprendem porque não estudam. Até mesmo os que conseguem nota máxima, por vezes sabem tanto quanto quem zera na prova. 
Os alunos não têm orgulho por ter aprendido algo, por ter habilidades intelectuais, mas todos orgulham-se pelas notas altas, muitas vezes colando, mais uma  forma de praticar a corrupção pedagógica. 
A inversão de valores é tamanha que todos se alegram quando não há aula ou o professor falta; e ficam tristes e até agressivos e raivosos se algum professor prolongar alguns minutos a aula para completar uma linha de raciocínio. 
Mas já estamos no final do ano e o resultado do PISA já estará na vala do esquecimento em fevereiro, quando os alunos e professores retornarão às escolas.
Contudo, assim como aconteceu com o avião que caiu próximo do aeroporto onde deveria ter aterrisado com segurança, o Brasil terá de abrir suas caixas pretas da política para o setor e investigar cada detalhe de sua trajetória educacional.
Não podemos continuar a apontar culpados do mundo espiritual (ou virtual) para justificar o não cumprimento das normas e regras básicas estipuladas pela ciência como as corretas e ideias. Sob pena de jamais chegarmos ao destino minimamente promissor com segurança, seja num futuro imediato ou longo prazo. 

Afinal, o conhecimento é a única saída para que o aluno brasileiro tenha o poder de entender e intervir no próprio futuro e, consequentemente, no futuro do País.  
 
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